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SINUCA 2025: A geopolítica em debate no IFC Araquari

Segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Nos dias 28 e 29 de outubro de 2025 foi realizada a 4ª edição do SINUCA (Simulado Interdisciplinar das Nações Unidas do Campus Araquari). O projeto mobilizou toda a comunidade escolar, reunindo mais de 250 alunos e abrangendo todas as turmas do segundo ano, além de professores, coordenação, técnicos-administrativos, visitantes externos e comissão organizadora. O simulado também contou com a presença do professor Marcos, vereador de Araquari, e do diretor-geral Fernando José Braz, que acompanharam parte do evento.

A cerimônia de abertura ocorreu no auditório da instituição, com a fala do professor Edvanderson Ramalho dos Santos interpretando o Secretário-Geral das Nações Unidas. Em suas palavras, ressaltou o trabalho e o esforço necessários para o evento acontecer, além de sua importância para a comunidade acadêmica em seu papel formador e transformador. Também evidenciou o empenho dos estudantes que, por cerca de 45 dias, trabalharam em conjunto com os professores, realizando pesquisas, buscando alianças, ensaiando suas performances e produzindo conteúdos para as redes sociais.

A abertura dos discursos foi realizada pelo Brasil, seguindo a tradição da Assembleia Geral da ONU desde 1955. O pronunciamento foi feito pelo Presidente da República do Brasil, Luiz Inácio Ivan da Silva, representado pelo professor Ivan Furmann, que expressou de forma sucinta as motivações e os problemas que deveriam ser solucionados através das discussões entre os países em um cenário internacional.

Após a abertura oficial do SINUCA, iniciaram-se os debates e demais dinâmicas do primeiro dia. Ao todo foram realizados sete debates, nos quais foi apresentado um contexto sobre cada tema, e cada país fez um breve discurso sobre sua intenção e seus interesses na discussão. Após cada debate e atividade, a equipe do Staff de mídia realizou entrevistas com os participantes de cada delegação, em busca de suas impressões sobre as dinâmicas. Os países e seus respectivos temas foram:

  • Irã x Israel: questão palestina e grupos terroristas.

  • Índia x Paquistão: disputa pela Caxemira.

  • Brasil x EUA: taxação e liberdade de expressão.

  • Ucrânia x Rússia: guerra em curso.

  • Paraguai x China: questão de Taiwan.

  • Reino Unido x Afeganistão: direito das mulheres e imperialismo.

  • Burkina Faso x França: colonialismo e reparações.

Nas entrevistas pós-debate, os alunos descreveram ser uma experiência totalmente nova, porém muito proveitosa, cheia de aprendizados e uma oportunidade de abrir espaço para novas visões e interações. “A empatia me marcou muito. Quando eu ia entrar para debater contra a Índia, a Laura que representava a Índia foi uma querida comigo, nunca tinha falado com ela e ela me acalmou e falou que iria dar tudo certo. Isso me marcou muito porque mesmo eu sendo do país que iria debater contra o dela, ela demonstrou que acima de tudo, o que prevalece é o respeito e união entre nós alunos.” depoimento de Emanuelle Bueri, do Paquistão.
Assim como Renan de Lima, da França, também enfatizou: “Eu achei muito emocionante a forma em que as pessoas estavam debatendo, parecia que elas realmente tinham aquela opinião e estavam defendendo com garras, muito interessante.”

“Aprendi que não ganha quem grita mais alto, mas quem traz fatos, aprendi que não devemos depender dos outros, e devemos ter empatia com outros povos, muitas vezes vemos as pessoas que moram no oriente como ‘imundos’, ‘nojentos’, mas muitas vezes não é escolha desse povo, é cultura, é governo, pobre não escolhe ser pobre, quem escolhe é o governo, se vai continuar roubando ou investir no país.” — depoimento da integrante Luiza Zimmermann, do Paquistão.

Ocorreram, ao longo do dia, quatro apresentações culturais, nas quais os países buscaram, por meio da dança, expressar suas tradições e costumes próprios. As delegações pesquisaram e ensaiaram por conta própria suas apresentações, contextualizando as intenções e a origem de cada coreografia de acordo com sua nação. Os países que se apresentaram no primeiro dia foram: Alemanha, Colômbia, Irlanda e Argentina. Alguns comentários apontaram brevemente os impactos dessas apresentações na visão global dos alunos, como o de Gianluca, da Irlanda: “As apresentações culturais aumentaram minha noção da cultura do mundo todo.”

Os países que não participaram das apresentações culturais demonstraram a cultura de sua nação através de pratos tradicionais apresentados no desafio gastronômico, avaliados pelos professores designados. Essa dinâmica ocorreu nos dois dias de evento. No primeiro dia, os países que apresentaram seus respectivos pratos foram: El Salvador, Etiópia, Egito, Malásia, França e Reino Unido. A diversidade cultural foi evidenciada, como relatou Bianca Lunelli, representante da França: “Foi uma experiência inesquecível, a melhor parte foi saborear as comidas de outras culturas, senti que viajei ao mundo sem sair do IFC. Achei desafiador a quantidade de utensílios necessários para o desafio gastronômico.”

Também ocorreram durante os dois dias de evento as Mesas de Cooperação, dinâmica na qual as delegações devem buscar uma solução em conjunto para um problema em comum, apesar das divergências de cada país. A estudante Emilly Vitória, de El Salvador, comentou: “Uma colega que participou das mesas de cooperação comentou sobre os acordos e alianças que foram criados com outras equipes, que tinham princípios bem diferentes do nosso país, mas que mesmo assim entraram em um consenso, mostrando que com o diálogo o conhecimento enriquece.”
Essa foi a primeira edição do SINUCA que contou com tal atividade. Os temas escolhidos para as duas mesas de cooperação foram: mudanças climáticas e a divisão de dois estados da Palestina. A discussão nestes dois espaços deram origem a um projeto de resolução com cláusulas acordadas pelos países para solucionar cada questão.

(Mesa de cooperação da resolução de dois Estados da Palestina)

No segundo dia de evento, após a abertura, iniciaram-se os quatro debates programados:

  • Argentina x Irlanda: regulamentação das plataformas digitais.

  • Etiópia x Egito: disputa pelas águas do Rio Nilo.

  • Alemanha x Malásia: agricultura verde e agrotóxicos.

  • El Salvador x Colômbia: direitos humanos e imigração.

Expressando suas percepções do segundo dia, Clara Tesser, de El Salvador, declarou que  o debate “Argentina x Irlanda foi interessante para perceber como a delegação da Argentina trouxe o lado deles sobre a regulamentação das mídias digitais, apesar de eu concordar com as ideias da Irlanda, consegui entender o argumento e o posicionamento do país.
Já com o debate Burkina Faso x França eu aprendi muito sobre a história da Burkina Faso, pois ambas delegações falaram com clareza e convicção sobre seus ideais, foi um debate muito equilibrado, baseado em fatos estatísticos e históricos. Surpreenderam com as caracterizações também.”

As delegações que não se apresentaram no primeiro dia do evento, mas sim no segundo, foram: Índia, Rússia, China, Paraguai e Burkina Faso. O trabalho dos estudantes marcou alguns participantes como ponto alto do evento, segundo Erick Chaves, da França: “A apresentação cultural da China me marcou, tanto pela música quanto pelos movimentos. Os participantes fizeram um ótimo trabalho, chocando todos do auditório.”

A segunda rodada dos desafios gastronômicos contou com os países Irã, Israel, Paquistão, Ucrânia, Brasil, EUA e Afeganistão, nos quais a culinária surpreendeu os alunos. Segundo Emilly, da delegação da França, o encanto também estava em participar: “Foi de fato uma experiência única, pude conhecer um pouco mais sobre diversos países e me encantar com suas variadas culturas. A melhor parte para mim foi participar do desafio gastronômico, que também foi um desafio, pois não tínhamos a mínima ideia do sabor original do prato que estávamos reproduzindo, apenas estávamos seguindo receitas e rezando para que desse tudo certo.”

Neste segundo dia ocorreram a terceira e a quarta rodadas das Mesas de Cooperação, com o objetivo de concluir as votações a respeito das cláusulas decididas pelos países e formular o projeto de resolução apresentado ao público no auditório ao fim do evento.

Após os debates, apresentações culturais, desafios gastronômicos e rodadas de cooperação, foi apresentado na “assembleia geral” do SINUCA o projeto de resolução referente ao tema das mesas, seguido do depoimento de alguns estudantes participantes da dinâmica. 

Encerradas as atividades, o evento foi concluído com a fala do professor Edvanderson Ramalho dos Santos, que destacou a importância e o significado do simulado para toda a comunidade estudantil, ressaltando seu papel na formação de habilidades interpessoais e intrapessoais, além de consolidar o Instituto Federal Catarinense como espaço de protagonismo estudantil e iniciativa formadora.

Posteriormente, foi disponibilizado um questionário para a autoavaliação dos estudantes, bem como sugestões de aprimoramento para as próximas edições, visto que o Simulado Interdisciplinar das Nações Unidas do Câmpus Araquari está em constante desenvolvimento e adaptação para melhor atender às necessidades dos participantes. Entre as sugestões, destacou-se a de Amanda Ribeiro, da delegação francesa:
“Uma sugestão é o aumento de tempo do evento em si e maior separação das atividades, infelizmente a maioria dos membros não conseguiu prestigiar todas as apresentações, mesas de cooperação e debates, porque alguns horários se chocavam no cronograma e era necessária a organização prévia, para o desafio gastronômico, por exemplo.”

Foram apresentados os resultados parciais e gerais do desempenho de cada país nas atividades, e as delegações que obtiveram maior pontuação foram premiadas com uma viagem para São Francisco, realizada no dia 21 de novembro, com direito a tour guiado pelo centro histórico, trilha e piquenique na praia. Os países premiados foram: Israel, Etiópia, Índia, Colômbia e Egito.

O evento foi avaliado de maneira positiva por toda a rede estudantil, perceptível através dos comentários de professores e estudantes nas redes sociais. Como afirmou Davi dos Passos, da delegação da Irlanda: “Eu achei que foi bem proveitoso, pois eu perdi pelo menos um pouco do meu medo de palco, e eu achei incrível a nossa participação em grupo no palco.” Apesar de ser uma experiência nova, foi extremamente construtiva de diversos modos e trouxe descobertas inéditas a respeito das qualidades daqueles que participaram.

Você pode acompanhar maiores informações, vídeos, fotos e outras novidades do projeto na página do Instagram do SINUCA: https://www.instagram.com/sinuca.ifc. 

Texto: Soffy Schimidt, com supervisão e orientação do professor Edvanderson Ramalho dos Santos.
24 de novembro de 2025.

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